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terça-feira, 14 de agosto de 2018

Dama Perfeita- Dueto

Lendo os comentários dos amigos, resolvi ativar o blog. 
Nada como um pedido dos seguidores, é realmente issresistível!
Agradeço o carinho das amáveis palavras deixadas aqui :  Carmem, Pedro Luso, Chica e Cidália!


Minha insanidade não tem limites.
Ora doida, noutra apaixonada,
Às vezes um tanto enfezada,
capaz de afetar a tua essência
so pra te ver surfar nas minhas ondas.
Basta que me enlaces
para que eu destile meu doce veneno
no céu da tua boca.
Sou assim, uma mistura
Sem complexo,
Não conheço Édipo!
Sou dama perfeita, na sala!

E a mulher sonhada no amor
pois meu limite se altera
quando voce me aperta
quero voce na minha vida
a possuir meu querer
pois minha alma é dividida
entre te amar e te ter,
desejo o teu desejo
sou mulher de entregas e beijos
e sendo dama na sala
em seu corpo sou vadia
a brilhar em nossa cama
em saber que tu me amas

Diná Fernandes & Nice Canini

sábado, 4 de agosto de 2018

Blog parado!


Devido a baixa frequência por aqui, o blog ficará adormecido por tempo indeterminado.
Agradeço aos fiéis seguidores que por aqui passaram  e deixarma seu carinho.
Tenha todos felizes dias!

Bjs  e flores!
Da Diná para todos!

terça-feira, 24 de julho de 2018

Tutorial da Aldravia


ALDRAVIA: QUANDO O MÍNIMO É O MÁXIMO

(Texto originalmente publicado na Revista Literária Reflexos de Universos nº 79, junho de 2013) 

O jeito minimalista de dizer as coisas, tão em voga na era da internet, chegou para ficar na poesia. Entre tantas formas já consagradas na literatura brasileira a exemplo de haicai e poetrix, a aldravia vem aos poucos conquistando espaço e novos adeptos.

Tudo começou no ano 2000, em Minas Gerais, na cidade de Mariana. Um grupo de poetas e escritores organizou um movimento literário e artístico com a pretensão de criar uma forma alternativa de poesia condizente com as expectativas futurísticas do século que se iniciava. Algo que em poucas palavras expressasse o significante, deixando ao leitor a liberdade para dar sentido e significação ao texto.

Nascia assim a aldravia, um minipoema sem título que tem na retórica metonímica a sua característica principal. O Jornal Aldrava Cultural foi criado para ser porta voz desse movimento liderado pelos poetas Andreia Donadon Leal, J. B. Donadon Leal, Gabriel Bicalho, e J. S. Ferreira. Eles definem a aldravia como "poema sintético de seis versos de uma palavra, sobrepostos na linha vertical”.

Nas palavras de J. B Donadon Leal, o grande investimento aldravista é no conteúdo metonímico – pouco importa a forma. A forma é apenas textual, é apenas envelope dentro do qual os discursos se depositam em sua fecundidade ilimitada, disponíveis aos olhares de espectadores que alcançam alguma porção discursiva a partir da qual expande sua compreensão e interpretação.

O significado do termo aldravia deriva de aldrava, aquele objeto metálico preso à porta de entrada das casas antigas servindo para anunciar a chegada de alguém que bate: toc toc toc. Usando essa imagem, o movimento aldravista bate à porta dos leitores para anunciar uma proposta renovadora da poesia que lhes dá ampla liberdade de interpretação.

Meu primeiro encontro com a poesia aldravista foi a partir da leitura de um artigo interessante intitulado ABC das Aldravias, assinado pelos criadores do movimento. O texto é altamente recomendável a quem deseja conhecer melhor esse gênero poético ou exercitar-se na construção dos seus primeiros versos.

Eu que sempre fui adepto da poesia minimalista do haicai ao poetrix, tomei gosto pela ideia. Venho compondo aldravias que publico regularmente no meu site no Recanto das Letras. Mostrarei algumas delas a seguir, não sem antes homenagear os poetas pioneiros, transcrevendo suas criações que foram o começo de tudo: 

salto
de
cova
nascimento
do
                                           artista (Andreia Donadon Leal)

aldravia
meu
verso
universo
em
                            poesia (Gabriel Bicalho)

morangos
passeiam
sob
blusa
de
                                         algodão (J. B. Donadon-Leal)

8888888888888888888888888888888888888888888888888888888888888888


Aldravia 17

gaivotas
bordam
céu
e
meu
olhar

Dná Fernandes
Aldravia 07 em homenagem às vitimas do incêncio em Santa Maria-RS


vidas
ceifadas
sonhos
desfeitos
entre 
chamas

Diná Fernandes

sábado, 21 de julho de 2018

Feliz dia do Amigo!

Deixo meu caarinhoso e fraterno abraço à todos aqueles
que posso chamar de amigo(a) e que estão sempre
a me prestigiar nessa família blogosfera.


Pelos laços de uma amizade
Aos amigos nos ligamos
Com respeito e fraternidade
Permanecemos irmanados

Amigo é uma caixinha de bondade...
Como é gostoso seu abraço apertado
Cede seu ombro sem maldade
Conforta e ainda toma partido

Amigo que deixa saudade
Quando me deixa sem um recado
Amigo que trás felicidade
Será sempre um amigo amado

Amigo essa tal cumplicidade
Que abrange presente e passado
É motivo para que nossa amizade
Seja pra nossas vidas um legado

Diná Fernandes




quarta-feira, 18 de julho de 2018

Mensagens!





Jamais me sentirei sozinha, na companhia de Jeusus 
encontro meu conforto, sinto-me abastecida da suprema força.
Diná Fernandes
Tudo vem e tudo passa, exceto as promessas de Cristo (Diná Fernandes)

Que mais haverei de precisar?

domingo, 15 de julho de 2018

Amantes-TAUTOGRAMA EM "A"


Amantes,
Antigamente amavam ardentemente
Andavam abraçados, atrelados
Agora andam alucinados
Agitados, atropelam-se, agridem-se
Adulteram , ancoram amarguras
Atiram-se ao abismo, afundam-se
Angustiados, acuam-se, aniquilam-se
Adeja atitudes abomináveis
Adeus auspiciosos amores.

Diná Fernandes

sábado, 14 de julho de 2018

Revelação




Preciso dizer-te do meu sincero sentimento
Que tão brevemente no meu coração aflorou
Sinto na solidão um estado de falecimento
Não sabes do quanto minh'alma se alegrou

Em meu coração carente de envolvimento
Sua alma caminhante fez seu ninho de amor
Preciso dizer-te do meu sincero sentimento
Que tão brevemente no meu coração aflorou

O amor está a fluir como um rio em movimento
Uma torrente de desejos em mim desabrochou
Veio nas asas de Eros embalado pelo vento
Este amor que repentinamente se achegou
Preciso dizer-te do meu sincero sentimento.

Diná Fernandes

quinta-feira, 12 de julho de 2018

Luto


Amigos e (as), bom dia!
Obrigada a todos que por aqui passaram e deixaram seu carinho
Desculpem a ausência!


Depois de uma luta severa acompanhando meu sobrinho de apenas 40 anos, acomeitodo de Cirrose e Pancreatite Crônica, ainda um tanto abalada pela sua passagem para outra dimensão, retorno ao convivio da blogosfera. Vida que segue, embora saudosa, mas não posso parar!

Que Jesus lhe acolha em seus braços.

Saudades eterna Tetê!


quinta-feira, 21 de junho de 2018

Familia Unida é Um Bem Impagável- Acróstico


















F onte que deveria ser de amor,
A nos unir em irmandade de sangue,
M ostrar a força da Unidade fraternal,
I nteragir e acatar ensinamentos da retidão,
L abor em conjunto, primícias de progresso,
I ndo ao encontro da conquista e vitória.
A ssim, Deus nosso Pai preconizou,
                          X
U nião no lar gera prosperidade
N a guerra  todo bem é diluído
I ndo de encontro à derrota
A família é porto seguro
D issolução de membros fragmenta laços

É nosso dever promover a Paz

U m viver em desarmonia
M acula a felicidade  familiar

B  asta que reine a tolerância
E ntre todos haja afeto e respeito
M útuo  para sustentar a estrutura do lar

I  ndiferenças  existem,  mas não devem perdurar
M anter  a placidez  é prioridade
P icuinhas não combinam com família
A fábrica da Paz instala-se dentro do coração
G era um grande bem estar
A dube  seu ego com  amor e compreensão
V erta todo amor que puder
L eitura diária do Evangelho como apaziguador familiar

Diná Fernandes

segunda-feira, 18 de junho de 2018

Avoante

Ver a imagem de origem

Planei nas asas do vento
Sobrevoei o infinito...
Como pássaro em movimento
Num voo rasante e bonito,
Fui por ti procurando
na busca vã,
Deixei cair meus lamentos

Num ato de coragem
Rasguei o véu do espaço,
Vislumbrei bela paragem.
Acordei, era março
Nos olhos, só miragem!

Como caravela avoante,
De velas infladas de paixão.
Navegando pelo horizonte,
Nas supostas asas da ilusão
Um sonho delirante

Um cenário enluarado
Quatro ventos a conspirar
O corpo cansado fez ninho
Sozinho e desapontado
Caí nos braços da lua

Diná Fernandes