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quarta-feira, 7 de junho de 2017

Lembranças, ninho de saudade




Saudade,
há dias em que aguça a lembrança
dos bons momentos vividos e
não me deixa triste...
Noutros, chega tão dissimulada
que sem nenhum disfarce
adentra no peito, vira e revira
o coração,
aí sim, fico tristonha, nada
que não seja superável!
E o meu bobo coração
aliado a essa fiel
companheira, abriga
carinhosamente esse arquivo
chamado saudade.
Se há saudade, houve alegrias
... por ter amado,
por ter sido feliz mesmo
com restrições...
e ter uma história pra contar.
O passado é o livro da vida,
guarda  memórias que nos
permite a chance de reavaliar-se.

Contudo, a saudade
tem lá o seu valor,
lembranças são ninhos de saudade!

Quem nunca sentiu saudades?


terça-feira, 6 de junho de 2017

Jeito de compor (sem a vogal ( "A")




Meu jeito de compor,
Tem um que eclético
Tem um pouco de humor
Os meus versos sintéticos.

No peito, eu escondo
Esses versos sem preço,
E se me vem o imbondo
Nem ponho o endereço.

Leio, releio e espero
Que o leitor sincero,
Condene ou recomende.
Versos que escrevo, tende

e pretende crescer .
Porém se decrescer
Com ele serei severo,
Ou muito triste irei fenecer.

Leitores, meus leitores
Vocês meus redentores
O texto que vos deixo
No cerebelo fez remeleixo


segunda-feira, 5 de junho de 2017

Olhos cor de mel Sem a vogal "A"



  O timbre de voz é forte e me enlouquece.
Os olhos cor de mel dentro dos meus
olhos verdes sedentos, cheios de brilho,
instigou dois seres
com desejos profundos
de unirem seus corpos.

O rosto tem pele de pêssego,
O porte, é um monumento!
Em teu corpo me conforto.
Dos beijos tiro proveito,
deliro com teus mimos
me perco em teu mundo
Que deslumbre!

 Em ti encontrei meu norte,
O porto seguro que preciso.
Sou mesmo mulher de sorte!
Que perdure esse nosso doce viver!

És meu eterno bem querer.